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domingo, 31 de março de 2013

Ouvidoria do GDF ganha número oficial e portal online para reclamações


Quem quiser, pode registrar reclamações pelo número 162. A ligação é gratuita


Correio Braziliense. Brasília-Df,  25/03/2013

A partir de agora o cidadão que quiser fazer uma reclamação terá dois novos caminhos para procurar o Governo do Distrito Federal. Foi lançado nesta segunda-feira (25/3) o número oficial da ouvidoria 162, gratuito para chamadas de telefone fixo) e também o portal do serviço (www.ouvidoria.df.gov.br). "Serão dois novos mecanismos para dar mais transparência às ações do governo e também são ferramentas. 

A Secretaria de Transparência e Controle (STC), que é responsável pela ouvidoria, espera que a facilitação do acesso pode aumentar a procura pelo serviço. "Queremos saber o que a população pensa e quais as demandas, até para conseguir dar respostas satisfatórias à sociedade", disse a titular da pasta, Vânia Lúcia Ribeiro. A média de reclamações anuais passou de 60 mil no ano passado e em 2011, tendo sido direcionadas principalmente para serviços como transporte coletivo e saúde

quarta-feira, 20 de março de 2013

Mosquito gigante promete tomar a Flórida no verão do Hemisfério Norte

O Globo. Rio de Janeiro, 20 de março de 2013.

Psorophora ciliata fêmea pode ter 20 vezes o tamanho de um mosquito normal e ferrão consegue atravessar roupas


Psorophora ciliata, comum na costa leste americana, produz picada cuja dor é semelhante a de uma facada, segundo vítimas
Foto: Divulgação/ Universidade da Flórida 
 
Psorophora ciliata, comum na costa leste americana, produz picada cuja dor é semelhante a de uma facada, segundo vítimas Divulgação/ Universidade da Flórida
Se você não gosta de pernilongos, imagine uma espécie de inseto voador cuja fêmea pode atingir 20 vezes o tamanho de um mosquito comum. Pior que isso, tem um ferrão capaz de atravessar uma camisa e fincar na pele produzindo uma dor descrita pelas vítimas como a de uma facada. Pois o bicho existe, tem nome científico de Psorophora ciliata, e está previsto para superpovoar feito praga o estado americano da Flórida no verão do Hemisfério Norte, que começa junto com nosso inverno.
A espécie é comum em toda a costa leste americana, mas as chuvas tropicais registradas ao longo do ano na região criaram o ambiente ideal para a proliferação do mosquito, que tem o nome popular de gallinipper. Os ovos do mosquito se desenvolvem nas mesmas condições do Aedes aegypti, por exemplo, que transmite a dengue. Consegue sobreviver por vários meses e precisa de poucos dias de água parada e limpa para virar larva. Entomologistas da Universidade da Flórida acrescentam que a última temporada de furacões, especialmente a passagem do furacão Debby, criou escombros o suficiente para empoçar a água limpa de que o mosquito tanto precisa.
Mas gallinipper que mereça este nome consegue ser vilão também entre os insetos. Sua espécie é uma das poucas descritas que, quando larva, é predadora de outras larvas que estiverem pelo caminho. As fêmeas da espécie Psorophora ciliata costumam pôr seus ovos no solo à beira de lagoas, córregos e outros corpos d´água que transbordam quando há chuvas fortes. As larvas somente nascem quando os ovos estão em água.
A espécie foi descrita pela primeira vez nos Estados Unidos em 1897 e está presente no folclore local e em cantigas como um mosquito de mordida aterrorizante. Foi considerada em sua primeira descrição científica como o inseto mais recolhido, astuto, sério e venenoso de todos. Apesar da mistura de adjetivos, o mosquito não é considerado venenoso.
As fêmeas de Psorophora ciliata podem chegar a quase 1,5 centímetro de comprimento e é listrada como uma zebra, em preto e branco. Apenas as fêmeas picam para sugar o sangue de animais, do qual retiram a proteína que precisam para seus descendentes. Os machos, menos ferozes, sobrevivem sugando néctar de flores.
A recomendação para evitar a ameaça do gallinipper é vestir calças e camisas com mangas compridas. Alguns entre a espécie de mostraram resistentes a repelentes, por causa do tamanho.
Apesar de tudo, fora a dor de sua picada, o bicho não representa uma ameaça à saúde pública, pois não são vetores de doenças. Neste caso, o nosso Aedes aegypti é muito mais aterrorizante e letal.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cidade do interior de SP faz censo de animais e coloca chip em 42 mil cães


O Estado de São Paulo. São Paulo, 06 de março de 2013.


Objetivo em Presidente Prudente é controlar a população e incentivar a posse responsável


Chico Siqueira, Especial para o Estado

ARAÇATUBA - O Centro de Controle Zoonoses (CCZ) de Presidente Prudente (SP) começou nesta quarta-feira a introduzir chips em todos os cães e gatos da cidade. No total, 42 mil cachorros e 10 mil gatos serão chipados. O objetivo é controlar a população e incentivar a posse responsável desses animais, retirá-los das ruas e manter um controle das zoonoses, combatendo principalmente a leishmaniose visceral, doença que contaminou 29 cães em 2012 e é transmitida para seres humanos.
No censo da prefeitura há mais de 52 animais cadastrados - Divulgação
Divulgação
No censo da prefeitura há mais de 52 animais cadastrados
Os chips são introduzidos sob a pele das costas dos animais. Com eles, será possível acessar o cadastro dos animais num banco de dados do Centro de Zoonoses, onde constam as características do cão, dados sobre vacinação, raça, endereço e nome do proprietário. O trabalho faz parte de um programa iniciado há dois anos pela Prefeitura, que realizou um censo, contando mais de 52 mil animais e criou quatro leis municipais para regulamentar a apreensão de cães soltos pela carrocinha e a aplicação de multas de R$ 477,04 para donos que não cuidam dos bichos. O programa também ampara a prática de eutanásia para animais contaminados pela leishmaniose, que precisam ser sacrificados.
Equipes do CCZ estão visitando casas de alguns bairros da zona Norte da cidade e fazendo a introdução dos chips conforme levantamento do censo canino. De acordo com o diretor do CCZ, Célio Nereu Soares, depois de chipar os animais, técnicos voltarão com a carrocinha para recolher animais soltos nas ruas. "Os cães com chip serão devolvidos aos donos, que terão de pagar uma multa e os sem dono serão disponibilizados para adoção", explicou. Segundo Soares, a expectativa é de que o programa esteja totalmente implantado em quatro anos, quando todos os cães da cidade estarão chipados. 

Dia do Bibliotecário

Bibliotecários da Rede de Bibliotecas Setoriais - REBIS (FEPECS, HRAN, HRS....) comemoram ontem, 12/03, o Dia do Bibliotecário.





Karine - no alto -, Zildeja e Gizelda

Gerson - o alto -, Zildeja, Gizelda, Warley, Viviany e Eduardo - camisa azul.